segunda-feira, maio 12, 2008

Banho no Mediterrâneo é irresistível


Depois de um passeio de ônibus por cidades próximas estávamos de volta ao hotel e ainda era dia, então eu, acompanhado pelo Nehemiah, Luciano catalão, Rosh Biniamin e meu pai, além da Dona Maria fomos dar uma volta pela costa do Mediterrâneo, e aproveitamos pra um banho rápido nas águas cristalinas do Mar Mediterrâneo. A praia é muito bem cuidada e a água proporciona um banho delicioso. Depois disso, retorno ao hotel e fui pegar no batente para mais um pouco de trabalho, onde consegui fazer mais uma lição do caderno infantil para o próximo trimestre. Como a noite ainda é longa, agora vou tentar fazer uma lição do caderno de adultos. até amanhã!

Dona Maria, só alegria!


Uma das passageiras de nosso grupo é a dona Maria Aumann, de Guaraqueçaba, litoral do Paraná. Ela tem mais de quarenta anos já e tem demonstrado uma energia que dá inveja. Ela era uma companheira constante nas nossas idas ao Kotel, e onde a gente falava que ir, fosse simplesmente dar uma volta, lá estava ela acompanhando o grupo. Que bom! estamos muito felizes com a simpatia dela e a alegria contagiante desta senhora. Seria muito bom tê-la novamente em nosso grupo em novembro. Na foto, ela toda contente na entrada da sinagoga sefaradita em Ashdod, uma cidade aqui perto de Tel Aviv, hoje.

Museu da Diáspora


Hoje saímos aqui em Tel Aviv e fomos Museu da Diáspora, que conta o relato de toda a história do povo de Israel, mostrando em detalhes as diversas sinagogas espalhadas pelo mundo e a trajetória de Israel durante suas peregrinações. Lá também se pode fazer a pesquisa de sua ancestralidade, mas não tivemos tempo para isso, já foram quase quatro horas lá, se bem que poderia ser muito mais. A Senhora Elisabete, uma judia brasileira nos guiou durante essa visita e foi muito simpática conosco, fingindo que não viu eu fazendo as filmagens dentro do museu, se bem que ela me deu uma bronca bem dada, na frente de todo mundo por eu estar filmando escondido, hehehe... Mas depois fizemos uma entrevista com ela sobre o museu, e ficou tudo belezinha.

domingo, maio 11, 2008

Chegada ao novo Hotel


Do Mar Morto, tomamos um banho e viajamos por mais duas horas até que chegamos aqui na capital de Israel, Tel Aviv. Nosso hotel fica a uns 200 metros da praia, que ainda não fomos ver, porque já estava tarde quando nos acomodamos. Daí, antes de vir atualizar o blog saímos para comprar um lanche que seria nosso jantar. Não, o nosso hotel nào é o Sheraton Hotel, que vemos na foto, é um bem modesto, não oferece nem jantar, mas o que vale é estarmos em Tel Aviv. O Rosh Yshai (de costas na foto, com frio, mas sem blusa) saiu junto comigo, rosh Carlos e o Ezrah para procurarmos algum lugar pra compras. Chegamos a um supermercado e cada um comprou por si. Eu fui de iugurtes, achocolatados, e bolachas. (Tudo muito caro, foram 11 dólares)

Homens de Barro


Chegamos ao Mar Morto já era quase 4 da tarde, e então fomos conhecer a experiência tão falada de ficar boiando na água do Mar, que tem muito sal. E claro, lá também há a lama medicinal que cura muitas doenças, então fomos aproveitar. Na foto, feita pelo chaver Mauro, estamos eu, o Nehemiah, Yishai e o Luciano Catalão. O rosh Ezrah ficou com medo de passar a lama pelo corpo... mas não é que o treco é bom mesmo, depois que tira do corpo dá um certo alívio das dores, pelo menos as que eu estava sentindo passaram.

De Masada a Qumram


De Masada voltamos até Qumram, onde há sinais de que viveram os Essênios. Acredita-se que lá também passou João Batista, pois vimos os micvês e outros detalhes que João praticava semelhante aos essênios. Lá também foram encontrados alguns dos Manuscritos do Mar Morto, que já vimos no Museu do Livro em Jerusalem. Almoçamos (almocinho caro hoje, 16 dolares por um prato de arroz, macarrao e frango) e fomos rumo ao Mar Morto.

Depois de Jerusalém, Masada


Saímos de Jerusalém ainda pela manhã e viajamos por quase duas horas até Masada, onde tem ruínas muito interessantes, onde habitou Herodes e seu exército... Lá assistimos a um video, depois subimos de teleférico até chegarmos nas ruínas e andamos bastante, conhecendo cada detalhe, que obviamente, não posso colocar aqui, mas posso garantir que filmei tudo e em breve teremos em dvd.

Jardim do Getsêmani


Hoje foi mais um dia daqueles de arrumar malas e colocar no ônibus logo cedo, pois iríamos viajar. Antes de sairmos de Jerusalém, logo pela manhã fomos ao jardim do Getsêmani, o único lugar que ainda faltava visitarmos no nosso programa por Yerushalaim. Lá, o rosh Ezrah novamente falou, e comentou sobre Israel e a Oliveira, símbolo do país, e foi nesse local que Yeshua passou dos seus momentos mais difíceis, quando suou gotas de sangue... Se quiser saber mais sobre isso, leia na bíblia. Na montagem, eu na arquibancada que existe, onde são feitas as explanações pelos guias, e abaixo, na foto maior, à esquerda, uma oliveira e ao lado, nas menores, a vista do portão de Damasco, observada do Getsêmani.

sábado, maio 10, 2008

vai um Big Mac aí?


Como todos devem imaginar, tem sido terrível se alimentar aqui em Israel.... nem tanto. Pertinho do hotel tem um Mc Donalds pra resolver tudo? Na verdade nem fomos nesse local, estamos comendo sempre numa pizzaria, o que tem sido legal porque o grupo tem tido uma amizade muito boa. Agora pelo menos você já sabe como se escreve Mc Donalds em hebraico. Bom seria se tivesse um Habibs, hehehe!

* Agora, quase uma da madruga aqui eu estou indo pro quarto arrumar minhas malas, porque assim que amanhecer estaremos indo para Massada, Mar Morto e chegaremos pela noite em Tel Aviv.

Perdidos em Jerusalém


Nessa viagem descobri mais um fã do meu blog, que visitava direto, e me contou sobre os posts que eu coloquei e que ele havia mais gostado; fiquei super contente. O tal homem é esse aí da foto, chamado Luciano Florêncio, de Catalão, Goiás. Ele foi nos ensinar um caminho diferente para retornarmos do Kotel ao Hotel. Resultado: só nos fez passar mais frio ainda, porque demos voltas e voltas e ficamos completamente perdidos em Jerusalém. E o pior que o Catalão já havia se perdido do grupo ontem também. Menos mal que ele ainda conseguiu achar o caminho de volta ao Hotel.

Shavuah Tov no Kotel


De volta ao hotel, um breve descanso, banho e tome nova caminhada rumo ao Muro do Kotel, para a Havdalah. Estava um frio lascado, com muito vento, mas pela foto dá pra perceber que o local estava bem concorrido, e foi ótimo desejar shavuah tov (boa semana) para todos, direto daquele local. Shavuah tov para todos os amigos no Brasil!
* Agora estou assistindo ao serviço de adoração no site da CINA, e o Shelumiel iniciou sua mensagem, tendo apresentado ao Josiel e sua irmã Josiele que foram batizados essa semana. Parabéns! Mazal Tov!!!

Mais um lugar para a posteridade

Na volta do Kotel, parei neste pequeno monumento, mas que identifica bem o momento, ao dizer as palavras do salmista: “Os nossos pés estão dentro das tuas portas, ó Jerusalém. Jerusalém, que estás construída como cidade compacta, para onde sobem as tribos, as tribos do SENHOR, como convém a Israel, para renderem graças ao nome do SENHOR.” (Salmo 122:2-4)

Mais orações no Kotel


Depois de colocar o post com a imagem dos meus filhos e o carrinho que o Abel desenhou para mim, eu achei por bem entregar esse carrinho como uma oração ao Eterno, pois HaShem sabe que só o Abel desenharia esse carrinho. Aproveitei pra novamente colocar uma oração em favor da saúde de minha sogra, que não tem estado muito boa. Lá fui eu em mais uma longa caminhada pela tarde deste shabat ao Kotel.

Parte difícil da viagem


Quem acha que viajar a Israel é tudo maravilhoso, ótimo, vou logo dizendo: Não é bem assim. Eu estou aqui mas em muitos momentos tenho que me controlar, pra não ficar chorando pelos cantos. Antes de sair do Brasil, eu pedi ao meu filho Abel pra fazer um desenho pra mim, e ele ama desenhar os carrinhos. Na montagem, o desenho que ele me fez, e que eu admiro todos os dias por aqui. Israel é uma terra cheia de tesouros, mas minhas jóias mais preciosas estão há milhares de quilômetros daqui. Eliana, Abel e Ariel, vocês valem mais do que tudo, e se hoje estou aqui, meu coração estará sempre aí, ou em qualquer lugar onde vocês três estiverem.

Nosso Shacharit


Na manhã desse shabat, o pessoal foi assistir ao shacharit nas sinagogas sefaradi, e depois, ao retornar para o hotel, usamos o espaço do Lobby para o estudo da Parashá. Tivemos a companhia de brasileiros que vivem aqui em Israel. A Nilda esteve com a família nos visitando, vieram de Ashdod até Jerusalém para rever ao meu pai e conversarmos um pouco. Alguns mais antigos na Congregação conhecem a Nilda e seu filho Danilo (hoje, soldado do exército de Israel). Ela foi casada com um ex-líder nosso.

Grande Sinagoga de Jerusalém


Nosso cabalat shabat foi na Grande Sinagoga de Jerusalém, um lugar gigantesco, elegante, e o serviço tinha um coral de homens de talit, maravilhoso, com o chazan fazendo solos a cada nova canção, desde Iedid Nefesh, até o Kadish... parecia que eu estava num espetáculo de tão bonito.
Dentro da sinagoga há o espaço dos sefaradi, mas o salão principal é ashkenazi. Essa, como as outras sinagogas sempre estão construídas em homenagem a alguém, e a construção foi mantida por uma família. Na montagem, uma frase diz algo como: “Esta casa de oração aos judeus do mundo foi oferecida pelo Sr. Isaac Wolfson e esposa, em memória daqueles que morreram para que o povo judeu pudesse viver.Aos seis milhões de judeus que foram vítimas do Holocausto na Europa, e a todos os judeus, homens e mulheres que sacrificaram suas vidas por e em defesa do Estado de Israel.”

Sinagoga de Instambul


Para acompanhar os serviços você pode escolher em qual das 4 Sinagogas pretende assistir, passando entre elas. Uma das opções é a sinagoga de Instambul, em homenagem aos judeus que vieram da Turquia. Na montagem, percebe-se a entrada da sinagoga, e embaixo, estou na bimá, preparando para trazer o sermão da parashá semanal (quem me dera ter tal capacidade) e ao lado da arca onde fica guardado o rolo da Torah.

Sinagoga Sefaradi Beit Haknesset Eliahu Hanavi

Conta a história que um dia um rabino estava formando um minian para a reza, e só havia nove homens, faltando um... e o tempo passava até que chegou um velhinho,e completou-se o minian. Depois das rezas, o rabino guardou as suas coisas, e quando tornou-se para conhecer e agradecer ao velhinho pela sua presença, eis que o velho já havia desaparecido. Então o rabino ficou muito triste. Mas quando ele, triste, foi fazer sua prece antes de deitar, o ancião apareceu e conversou com ele, dizendo: Suas preces foram atendidas e eu fui completar o seu minian, eu sou Elias, o profeta. Então, em honra a esse acontecimento o rabino ordenou que fosse construída essa sinagoga sefaradi, onde há até hoje esse lugar, com uma cadeira especialmente preparada para Eliahu HaNavi.

As 4 Sinagogas sefaradi


Depois do Yad Vashem fomos visitar as 4 sinagogas sefaraditas que existem bem próximas ao Kotel (Muro das Lamentações) Por sorte ainda houve tempo para conhecermos bem cada uma delas com suas histórias. Na foto, a entrada do local, e descendo a escada o Rosh Yishai e o chaver José. Na manhã desse shabat, o nosso pessoal foi acompanhar o shacharit nessas sinagogas.

sexta-feira, maio 09, 2008

Yad VaShem, final (que pena)


Na entrada do Yad VaShem está escrito em hebraico e inglês: “Porei em vós o meu Espírito, e vivereis, e vos estabelecerei na vossa própria terra.” Este é o princípio do versículo de Ezequiel 37:14, que conclui dizendo: “Então, sabereis que eu, o SENHOR, disse isto e o fiz, diz o SENHOR. ” Na parte debaixo da montagem podemos observar o monumento gigante em homenagem aos heróis da guerra. (esquerda) e duas outras partes do museu. Mais uma vez digo, visita inesquecível. Ir ao Yad VaShem nos torna mais sensíveis, humildes, porque muitas vezes a pessoa reclama de barriga cheia, e ao perceber o sofrimento de nosso povo, nossas reclamações tornam-se minúsculas, insignificantes. De lá, partimos para uma visita ao complexo de quatro sinagogas sefaraditas, também igualmente impressionantes, com sua história maravilhosa. Essas sinagogas ficam na região junto ao Muro das Lamentações. Depois, retornamos ao hotel para um breve descanso e fomos ao Cabalat Shabat na Grande Sinagoga de Jerusalém.

Quem vê, se emociona e chora!


Tudo é impressionante no Yad VaShem. Vou contar brevemente sobre estes dois monumentos do museu, que mais me marcaram. A escultura (em cima, na montagem) mostra um escritor judeu muito famoso na época (desculpem, não me recordo agora o nome, mas estará no dvd) que estava sendo levado junto com os filhos para a câmara de gás, mas foi reconhecido, e os nazistas o permitiram continuar vivo e sair em liberdade; o escritor perguntou sobre seus filhos, e a eles não seria permitido sair livre, então, o pai falou que se seus filhos não pudessem sair, ele também ficaria junto com eles, e todos foram mortos na câmara de gás. MORRERAM ABRAÇADOS, MAS OS FILHOS TIVERAM O CALOR DO ABRAÇO DO PAI. (desculpem as minhas lágrimas novamente ao lembrar disso) Nosso guia em Israel nos recomendou um livro desse escritor, chamado “Se eu pudesse voltar a ser criança”
Embaixo, na montagem é a saída do Memorial das Crianças, que foi mandado construir por um casal (Abraham e Edita Spiegel), que conseguiu escapar do Holocausto, mas perderam seu filho pequeno, chamado Uriel. Nesse lugar (Não permitido fotografar, nem filmar) é uma sala completamente escura, com espelhos em todo lugar, que refletem um milhão e quinhentas mil vezes a imagem de apenas 5 velas, tornando o local levemente iluminado, e ao fundo, ouve-se a voz suave de um locutor, dizendo o nome de cada uma das 1500000 crianças judias mortas por Hitler.

Yad Vashem (a Mão de D-us)


Yad VaShem é uma visita impressionante, só vindo pra entender (ou tentar entender) o que aconteceu e o porquê de o mundo ser sempre lembrado disso. Só de escrever para o blog já choro aqui ao me lembrar. Na montagem, uma praça dentro do museu, onde tem um memorial (não aparece na foto) que contrasta com a praça, ela toda aberta, clara, e ao lado o memorial escuro, silencioso, onde estão gravados no piso os nomes de cada um dos campos de concentração nazistas. As fotos abaixo representam: Monumento em homenagem às nações que de alguma maneira apoiaram os judeus. (esquerda) As bandeiras representando cada uma dessas nações (centro) e uma família judaica, vitima do nazismo.

Sexta-feira em Jerusalém


Nessa sexta-feira em Israel o dia começou com muito frio e vento, mas nossos corações foram aquecidos com um sentimento misto de horror, raiva, tristeza que se misturava com a alegria. Explico: a visita ao Museu Yad VaShem causa tudo isso em nós. Conta em detalhes o Holocausto, onde seis milhões de judeus foram mortos.O Museu conta com muitas esculturas, que só posso contar em detalhes pessoalmente, mas nesta montagem apresento, a escultura do símbolo do museu (esquerda) um judeu fazendo suas preces envolto no talit e com o tefilin na testa (centro) e o ponto principal da visita, um pavilhão enorme com fotos, vídeos, relatos, objetos e muita história de cada judeu morto no Holocausto. (mostro o pavilhão por fora, porque é PROIBIDO fazer fotos lá dentro) Impossível não escolher um canto isolado e chorar ao ver toda a maldade que o homem é capaz.

Cidadela de Davi


Depois de almoçarmos num kibbutz, fomos conhecer a Cidadela de David, a cidade por baixo da cidade. Descemos um monte por túneis fantásticos, onde estávamos caminhando por baixo do Muro das Lamentações e muitos outros pontos de Jerusalém. Quem sente claustrofobia (medo de lugares fechados) não pode ir, hehe. Depois, visitamos o Tumulo de David, e o Cenáculum. Enfim, volta ao hotel, mais e mais compras. Só de talit, o pessoal já está levando uns 30, 40.... Tinha que dormir cedo, porque na manhã dessa sexta-feira iríamos ao Yad VaShem, o Museu do Holocausto.

Fotinho tradicional de Jerusalém


Depois de um museu, fomos passeando até chegarmos a uma das mais tradicionais vistas de Jerusalém. Estávamos no Monte das Oliveiras (Onde o Mashiach ben David descerá quando for implantar Seu reino) com essa preciosa vista de Jerusalém. Como sempre, meu pai estava com sua câmera, filmando tudo. Aliás, não apenas ele, mas um batalhão de pessoas estava filmando ali. Ah! Tinha também o cidadão com seu burrinho, outro com um camelo, prontos para cobrar de quem quisesse tirar uma foto ao lado do bichinho. (No Brasil, tirar fotos ao lado de um burro é de graça, hahaha)

Manuscritos do Mar Morto e Maquete


O primeiro lugar de visita foi o Museu do Livro, onde encontram-se guardados os manuscritos do Mar Morto. Lá, além de diversos textos sagrados que estão guardados (e não podem ser fotografados pelos turistas) havia também muitas esculturas, jardins e uma maquete de Jerusalém na época do Segundo Templo. De lá passamos por diversos lugares, como o Knesset, o parlamento de Israel. Em seguida, fomos ao monte das oliveiras, ....

Troca Troca de hoteis


Na manhã do Yom Hatzemaot saímos do Hotel Habira e fomos com todo nosso pessoal para um hotel um pouco melhor, só um pouco mesmo (esse pelo menos tem internet para atualizar o blog) e só largamos as malas e entramos no ônibus para o nosso primeiro grande dia de passeios. Apesar de ser feriado nacional, estava muita coisa aberta e começamos com o Museu do Livro.

Por dentro do Kotel

No nosso primeiro dia, que foi livre em Jerusalém, passamos boa parte da manhã rezando no Kotel, eu, o Ezrah, Nehemiah e Biniamin. Depois passeamos conhecendo um pouco da cidade e pela tarde fizemos muitas compras, como se pode imaginar.
Já ao pôr-do-sol começaram os festejos pelo Dia da Independência, pelos 60 anos de Israel. Disso não há fotos minhas porque passei quase a noite inteira filmando as festas pela cidade. (Recomendo que comprem o dvd depois, pois foi uma festa LLLIIIINNNDDDAAA.) Muita gente cantando nas ruas, shows, grupos de danças, etc... Por fim, voltamos ao kotel onde quase duas da madrugada ainda havia pessoas rezando, e lá fomos nós rezar e voltamos ao hotel, menos o Périclis, que pra variar, acabou se perdendo na saída do Kotel e chegou mais de uma hora depois que nós no hotel.

quinta-feira, maio 08, 2008

Kotel, indescritível!


Descansamos pouco mais de duas horas e alguns de nós já estávamos de pé para a aguardada ida ao Kotel, o Muro das Lamentações. Sensação maravilhosa. Não quero descrever mais detalhes acerca deste momento porque é desnecessário, mas lembrei de cada um dos amigos especiais que eu gostaria que estivessem comigo lá. O papelzinho com o nome de algumas pessoas realmente especiais foi entregue no muro, conforme a tradição.

Finalmente Eretz Israel



Perto das 4 da manhã finalmente chegamos a Terra Santa, Eretz Israel. Do aeroporto, um ônibus nos esperava para levar até o Hotel em Jerusalem, onde teríamos o primeiro dia de folga, para descansarmos. Pela foto, dá pra perceber que ao amanhecer já estávamos em Jerusalém devidamente acomodados. Agora era descansar um pouco e seguirmos nosso destino no pedacinho da Terra mais especial do mundo.

Aviaozinho bom

Do cemiterio partimos em direção ao aeroporto de Frankfurt, onde finalmente pegamos nosso vôo com destino a Tel Aviv, que seria as 10h30 da noite. Apesar do sono, ainda sobrou tempo para assistir novamente a um bom filminho. Recomendo a todos que tem filhos pequenos, mas é bom que assistam juntos, pra família toda se divertir. Alvin e os esquilos...

Frankfurt é cultura judaica também


Ainda em Frankfurt, fomos levados ao centro da cidade, e fomos visitar o museu judaico, mas já estava fechado em função do horario,. Apesar disso, conhecemos o cemintério israelita, que é um monumento aos judeus vítimas do holocausto. Lá, no muro existem milhares de quadrinhos, cada um com o nome de um judeu que morreu dentro os seis milhões que foram vitimados. Lá também havia a sinagoga, destruída em 1939.

terça-feira, maio 06, 2008

o serviço a HaShem na Alemanha


Ao chegar na Alemanha fomos muito bem recebidos por um grupo de lemães evangélicos que moram na Alemanha,mas que amam a Israel. Nesse local, o Rosh Ezrah fez alguns cânticos, onde o pessoal teve a oportunidade de conhecer um pouco mais de nossos costumes, e muito emocionados, dançaram alguns cânticos com nosso grupo. Aqui impressiona que eles são tudo muito organizados e tá cheio de menorah e bandeira de Israel pra todo lado. No aeroporto, ganhamos uma bandeirinha de Israel cada um, antes de virmos para essa comunidade. Tudo foi organizado por eles, a uma única brasileira que fazia contato conosco, chamada Suzana. Agora finalmente vamos almoçar, já são quase 15 horas (no Brasil ainda é quase 10 da manhã).
Nada como ver o sol nascer sobrevoando Paris, foi o must! 10! 10! 10!

os carrinhos e carrões alemãos


Enquanto o pessoal aqui na igreja fica tudo falando alemão e eu que não entendo nada, aproveito pra atualizar o blog, com as fotos dos carros alemãos. Eu, ainda no aeroporto, ao lado de um Volvo, carrinho comum por aqui, e já na tal igreja evangélica, ao lado de um smart, carrinho simpático.

Viagem para Israel, finalmente a caminho


Finalmente chegou o dia e ontem, 18 horas estávamos embarcando com destino à Alemanha. Na foto de cima, eu e o Carlos todo contente, já logo após o embarque em Guarulhos. Na debaixo, eu, hoje, terça-feira, já na saída do aeroporto de Frankfurt, Alemanha. Desse aeroporto saímos com um grupo de brasileiros que moram aqui na Alemanha para um tour pela cidade e fazermos um serviço a HaShem, onde o ezrah dominou com cânticos, uma palestra, etc... e eu fiquei filmando para o dvd que deve sair até novembro, hehehe. Depois posto mais notícias. Hoje 22 horas, embarcamos para Tel Aviv.

domingo, maio 04, 2008

Festa de aniversário e de despedida


Depois do futebol, quando retornamos à casa da irmã Sueli, já estávamos com o jantar na mesa, preparado pelo Cristian (até que ele cozinha bem, o franguinho tava da hora, salgado que só) Depois de jantar ainda tinha o bolo e a festa de aniversário. Tinha até um bolo especial encomendado para nós apagarmos as velinhas... No detalhe, podemos ver o bolo, mas o confeiteiro calculou mal o tamanho das letras e não deu pra escrever feliz aniversario direito... mas o que vale é que etava gostoso (pra quem gosta, porque eu não sou um apreciador de bolos)
Foi uma boa festa de despedida. Amanhã, segunda-feira, finalmente terá chegado o dia da viagem a Israel. Encontro marcado no aeroporto de Guarulhos, com destino à Frankfurt, na Alemanha.

Só pra manter a tradição


Éu já estava até desacostumado a jogar futebol, mas não resisti ao convite do pessoal e depois do serviço de adoração, na noite fria de Ponta Grossa lá estávamos nós jogando um futebolzinho. E como sempre eu fui o artilheiro da noite, com oito gols, mas o que vale é a festa. Eu tinha que ter vindo a Ponta Grossa, porque depois do futebl estava preparada a festa de aniversário para mim e para o meu irmão Gerson.

Shabat em Ponta Grossa


Este último shabat antes da viagem a Israel foi o dia de visitarmos a Beit em Ponta Grossa. Além da minha família, o Gerson levou uma turma na kombi. E lá foram de novo o Jeziel, Paulo, Cristiano, além da Eliana, Cibele... na foto acima, a Eliana já entrosada com as irmãs do grupo de Cânticos, irmã Mara e Nilceane (que nome esquisito!) Foi bom poder participar junto da alegria de todos os irmãos da Beit PG.

segunda-feira, abril 28, 2008

foto para vesgo ver

Essa foto é para vesgo ver, ou tentar ver... já que está completamente fora de foco. Eu fiz durante o Serviço de Adoração, na hora dos cânticos. A Eliana não resistiu e foi cantar, já que havia sido convidada a cantar. Eu, como não fui convidado a nada, aproveitei pra fazer algumas fotos e me sentei do lado de fora, já que estava com muita dor de cabeça. Para variar, o Ezrah fez a mensagem, como sempre onde ele está presente. Pelo menos eu aproveitei bem meu shabat de folga.

Shabat em Curitiba, que novidade!



Neste final de semana estivemos em Curitiba, e finalmente pude passar um shabat com meus filhos, então aproveitamos e fomos visitar a Beit Hauer. Fazia tempo que eu não via o shacharit como espectador e foi bom ver o Shelumiel fazendo o estudo. O Abel e o Ariel aproveitaram para acompanhar ao lado do vô Yishai uma parte do serviço, já que eles foram pra escolinha das crianças e eu finalmente pude assistir um serviço ao lado da Eliana, no nosso “dia de folga”.

sexta-feira, abril 25, 2008

Cabalat na sinagoga

"Tu, pois, falarás aos filhos de Israel e lhes dirás: Certamente, guardareis os meus sábados; pois é sinal entre mim e vós nas vossas gerações; para que saibais que eu sou o SENHOR, que vos santifica." (Êxodo 31:13) Depois de um longo período, finalmente pude participar de um Cabalat Shabat na sinagoga em Curitiba. Para mim, a novidade agradável foi ver o chaver Shmuel tocando o piano na luturgia. O Rosh Ezrah como sempre, conduziu a celebração e trouxe a mensagem. Vale lembrar que hoje é o sexto dia da Contagem do Omer. Shabat shalom!

terça-feira, abril 22, 2008

Afikoman encontrado


Durante a festa, é tradição que alguém esconda o afikoman, um pedaço da matsá, que é usado na cerimônia e depois as crianças saem à procura e quem encontra acaba ganhando um brinde. Dessa vez, como eram muitas crianças, o Rosh Ezrah preparou brindes para os cinco primeiros que encontrassem. Não deu tempo de fotografar a todos os ganhadores, mas pelo menos um foi o Abel, que estava numa empolgação só depois que ganhou seus chocolates... ah! como é bom ser criança. O duro de Pessach é comer as ervas amargas, gengibre...

Pessach no Hauer


No domingo já estávamos de volta a Curitiba pra participarmos da celebração do Pessach, que mais uma vez aconteceu na Beit da Vila Hauer, onde muitos irmãos compareceram, e recebemos também vários irmãos de Ponta Grossa, que vieram participar conosco. Ainda ficou muito apertado, mas quem sabe no próximo ano finalmente possamos conseguir realizar a festa num salão novo?
Se quiser ver muitas outras fotos, visite o site yerushalaim, ou clique no link abaixo

domingo, abril 20, 2008

O vídeo da Ceia!

Nosso primeiro video tinha que ser especial, e este é. Depois da Ceia, fomos fazer algumas fotos, e o Itschak resolveu tocar um cântico especial, Eliahu HaNavi, que anuncia a volta do Mashiach, e enquanto todos cantavam, a Eliana filmou. Espero que percebam neste video a alegria de todos e que possamos anunciar sempre a volta do Mashiach, e que seja em breve.

Da Ceia fomos dormir na casa da irmã Mithy, e quero agradecer mais uma vez pela hospitalidade. Sempre temos ficado em Joinville na casa do Lindolfo, mas desta vez aceitamos o convite da irmã, e pudemos desfrutar de sua companhia.

* Colocar o video no blog é uma inspiração que tirei do meu amigo Moshê, do blog de Imbituba. Espero que gostem. Se bem que está bem pesado e eu nao sei mexer em arquivos de video, hehe.

Ceia em Joinville


No ano passado foram menos de 15 pessoas, e neste ano já tivemos a participação do pessoal vindo através do programa de tv. A Ceia foi especial, celebrada com quase quarenta pessoas, ainda que faltaram alguns, por impossibilidades pessoais. Para a maioria foi a primeira vez, agora que fazem parte da Congregação, em celebraram a Nova Aliança, conforme disse o próprio Yeshua em Lucas 22: 20: “...Este é o cálice da nova aliança no meu sangue derramado em favor de vós.”

A Ceia em Joinville



“Ora, se eu, sendo o Senhor e o Mestre, vos lavei os pés, também vós deveis lavar os pés uns dos outros. Porque eu vos dei o exemplo, para que, como eu vos fiz, façais vós também.” (João 13:14,15)

Como todo ano, a Ceia é uma data especial, onde temos a oportunidade de celebrarmos a Nova Aliança, através do sangue do Cordeiro de D-us. Este ano, como no ano passado, tivemos a oportunidade de estar em Joinville. A Ceia sempre começa com uma demonstração de humildade, ao lavarmos os pés uns dos outros. Que essa humildade esteja presente em todos, todos os dias durante esse ano, e não seja apenas uma atitude na Ceia. Sigamos o exemplo dado por Yeshua sempre!

quarta-feira, abril 16, 2008

Chega logo maio!

Estou realmente ansioso para chegar a Israel, mas a grana que custa para ir a Israel daria para investir em outras coisas, e fui buscar um exemplo, e o melhor que encontrei foi esse; espero que gostem. Viajar pra Israel custa o mesmo que esse fiat 147. Bem, acho que vale mais a pena ir pra Israel e ficar andando de ônibus, hehehe... Faltam menos de 20 dias...

* Dê dois cliques no carrinho pra ver o que acontece.

terça-feira, abril 15, 2008

A Recompensa


Depois de nos cansarmos um monte, ao subirmos na lomba, aí vem as recompensas. A vista maravilhosa, as brincadeiras, a sensação de ter vencido... Até o Eliseu subir na pedra e apontar para o rio, é pra lá que a gente vai... E pronto, começamos uma nova caminhada em direção ao rio, onde (apesar do frio que fazia) entramos para nadar, mas nem todos tiveram coragem. Depois veio a fome, e caminhávamos mais um pouco, onde o Eliseu e os outros começaram a comer Ponkan (sei lá se é assim que se escreve) e eu ficava só olhando poque todos sabem o quanto sou nojento pra comer... Daí nadamos mais, comeram mais ponkan, nadamos mais, e assim seguia a nossa manhã. Paramos nos abacateiros, onde o Eliseu e o Cristiano fizeram até uma guerra de abacates, muito engraçada (tenho até fotos, mas ficaram muito nojentas, e não dá pra publicar) e finalmente retornamos para casa, para tomar café. E o detalhe interessante era que tudo isso e não havíamos sequer chegado às 10 da manhã.

A subida, o desafio!

Quem vê acha que é fácil o que a gente passou, que eu estou exagerando, mas nunca tive um desafio físico tão difícil. Eu mesmo acordei achando que seria molezinha, mas depois de uma hora de caminhada subida acima, eu, o Eliseu e alguns outros já não aguentávamos mais. Já havíamos escorregado, cortado a mão, braços, nos arames farpados das cercas, que a gente sequer conseguia ver, na escuridão da madrugada. Na montagem acima, três momentos: O Cristiano subindo por uma pedra, eu já lá em cima, admirando a beleza (e descansando) e o Cris e o Leonel, no topo do monte, pouco antes do nascer do sol, mostrando que valeu a pena a subida.

Estudar é bom a qualquer hora


Ainda antes de irmos para os montes na madrugada do domingo, quando já nos preparávamos para dormir, a gente não podia deixar de estudar um pouco a bíblia. Foi assim nas duas noites que passamos por Cerro Azul. Eu e o Cristiano ficamos conversando e estudando, argumentando sobre a bíblia (mais eu do que ele, claro) até mais de uma da manhã. Isso também foi uma parte boa da viagem. Agora sim, madrugada do domingo, vamos falar sobre a subida nas Lombas.

* Foto feita pelo Jeziel, que só ficava queitinho, pensando em como fazer para ir até São Francisco do Sul...

Ponte do Rio que Cai


Antes de falar como foi o nosso domingo e a subida na “Lomba” é bom relembrar que no shabat, chuvoso que só, a ponte do rio que cai estava lá para ser atravessada, e o rio havia subido, pois como podemos ver nas fotos, todas as sombrinhas da família foram usadas. A Lucimare gastou uns 5 minutos pra criar coragem de cruzar a ponte pela primeira vez. O pior foi na madrugada do domingo, antes das cinco da manhã, cruzar a ponte, só com a luz vinda do celular do Jeziel (que não iluminava nada. Mas fazer o que? Algumas vezes precisamos enfrentar esses grandes desafios...